A noite está tranquila.
Finalmente o meu espírito encontrou paz...
Quanto tempo durará?
segunda-feira, março 12, 2007
A noite
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Rita Paias
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10:35 p.m.
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domingo, março 04, 2007
José Cid - A Pouco e Pouco (Favas com Chouriço)
Que se danem os fracassos e as trsitezas, e vivam as FAVAS COM CHOURIÇO...lol
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Rita Paias
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10:40 p.m.
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sábado, março 03, 2007
Quem és tu, de novo
Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?
Quando o teu cheiro me leva às esquinas do vislumbre
E toda a verdade em ti é coisa incerta e tão vasta
Quem sou eu para negar que a tua presença me arrasta?
Quem és tu, na imensidão do deslumbre?
As redes são passageiras, as arquitecturas da fuga
De toda a água que corre, de todo o vento que passa
Quando uma teia se rasga ergo à lua a minha taça
E vejo nascer no espelho mais uma ruga
Quando o tecto se escancara e se confunde com a lua
A apontar-me o caminho melhor do que qualquer estrela
Ninguém me faz duvidar que foste sempre a mais bela
Por favor, diz-me que és alguém, de novo?
Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?
Apenas um nome...JORGE PALMA
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Rita Paias
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10:32 a.m.
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Sinto...
Sinto a tua presença...
Sinto o teu cheiro...
Sinto o som da tua vez...
Mas...
Acima de tudo...
Sinto a tua falta!
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Rita Paias
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10:25 a.m.
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Vá-se lá perceber a informática...
Como o meu excelentíssimo computador fez a proeza de avariar, a frequência de postagens vai ser menor nestes próximos tempos.
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Rita Paias
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10:23 a.m.
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domingo, fevereiro 25, 2007
Evanescence My Immortal
Quando as palavras se acabam, a música ajuda...
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Rita Paias
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6:26 p.m.
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sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Ser Forte...
Ser forte é amar alguém em silêncio.
Ser forte é irradiar felicidade quando se é infeliz.
Ser forte é tentar perdoar alguém que não merece perdão.
Ser forte é esperar quando não se acredita no retorno.
Ser forte é manter-se calmo no momento de desespero.
Ser forte é mostrar alegria quando não se sente.
Ser forte é sorrir quando se deseja chorar.
Ser forte é fazer alguém feliz quando se tem o coração em pedaços.
Ser forte é calar quando o ideal seria gritar a todos a sua angústia.
Ser forte é consolar quando se precisa de consolo.
Ser forte é ter fé naquilo que não se acredita.
Por isso mesmo, diante da dura realidade, e por mais difícil que a vida possa parecer: Ame-a e seja Forte!!!
Nunca um e-mail me disse tanto...
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Rita Paias
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2:43 p.m.
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Desespero...
Obsessão...
Loucura...
Solidão...
Porque me fazes sofrer?
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Rita Paias
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2:22 p.m.
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quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Vagueio
Vagueio à beira-rio...
A noite está apelativa...
Vejo o meu reflexo na água, à luz de um candeeiro antigo.
A minha imagem está deformada...Não me reconheço...
Que foi que me fizeste?
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Rita Paias
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8:47 p.m.
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sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Por ti...
Por ti...
Por ti...
Só e apenas por ti!!!
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Rita Paias
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12:14 p.m.
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quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Manifesto
Em solidariedade com os encalhados hoje não escreverei mais nenhum post.
Porque é que os namorados têm um dia e os encalhados não?
Vamos dar-lhes o reconhecimento merecido.
Vivam os encalhados!!!
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Rita Paias
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2:39 a.m.
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domingo, fevereiro 11, 2007
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Rita Paias
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11:56 a.m.
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sábado, fevereiro 10, 2007
Grande Noite
Bom, por falta de elementos da reportagem fotográfica da noite passada, restam-me as palavras.
Ontem foi uma noite em que dominou a amizade, o espírito académico e a união.
Uma noite em que muitas verdades foram ditas e descobertas.
Uma noite que me ajudou bastante a encontrar algumas formas de solução.
Uma noite de aprendizagem...
Foi sem dúvida UMA NOITE A REPETIR
P.S - Obrigado por serem como são
(esperemos que em breve possa colocar a reportagem fotográfica)
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Rita Paias
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1:58 p.m.
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Sinto o fracasso a apoderar-se de mim.
Tudo o que me rodeia deixa de fazer sentido sem…
O medo da desilusão apodera-se de mim.
O medo de…
Dizem que a noite é uma boa conselheira.
Veremos…
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Rita Paias
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1:57 p.m.
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quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Sem forças, eis como me sinto.
O nevoeiro continua a perseguir-me e torna-se cada vez mais intenso.
Gostava de arranjar uma forma de dar a volta ao mundo antes que ele me dê uma volta a mim.
Gostava de descobrir uma fórmula que dissolvesse o nevoeiro.
Gostava que as estrelas iluminassem o meu caminho.
Gostava de ver o sol brilhar uma vez mais.
Gostava…
Gostava…
Gostava…
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Rita Paias
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9:59 p.m.
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quarta-feira, fevereiro 07, 2007
E como não podia deixar de ser….
Pois é, decidi-me a deixar aqui a minha opinião sobre o aborto. Mas quero desde já esclarecer que este post não é de campanha, serve apenas para expressar aquilo que penso.
A questão do aborto é muito complexa, quer o sim, quer o não estão empenhados em apresentar os seus argumentos, umas vezes bem, outras vezes de formas bastante incorrectas e falsas, mas lá iremos.
Pessoalmente acho que a despenalização (e porque é disso que se trata), deve ser aprovada. Não porque defenda o aborto livre, mas porque é uma forma de diminuir a mortalidade causada pelos abortos clandestinos, esses sim praticados livremente, sem prazos e sem qualquer tipo de condições. Outro argumento que me deixa bastante surpreendida é a defesa de que com a despenalização irá haver uma liberalização e que as mulheres vão desatar a fazer abortos só porque não tomaram as devidas precauções. Sinceramente não sei como há pessoas que pensam isso, porque nenhuma mulher faz um aborto de ânimo leve, todas sabemos que é uma decisão muito difícil de tomar, que é precisa muita informação e muito esclarecimento para, em último caso, se fazer um aborto. O que acontecerá se o sim ganhar será uma opção para a mulher, pois terá oportunidade de ponderar todas as possibilidades, sem ter receio de ser presa e de passar a humilhação de um julgamento. Serão criadas condições de aconselhamento, de planeamento e de educação sexual (porque é importante que a informação comece desde cedo, em lugar de surgirem gravidezes indesejadas, por falta de precauções e por desconhecimento das atitudes correctas a tomar). Ainda outro argumento que me deixa perplexa: o não afirma que o dinheiro dos impostos dos contribuintes vai ser depositado em clínicas de abortos. Realmente demonstra uma preocupação com a crise que o país está a atravessar e com os investimentos que se fazem em Portugal. No entanto, ninguém se insurgiu contra o facto de se construírem dez estádios de futebol, apenas para um campeonato. Será que uma vez mais o futebol está à frente de tudo e as preocupações com a dignidade da pessoa humana e o risco de vida que milhares de mulheres correm ao fazer abortos clandestinos não tem importância? Por fim, os números, já ouvi dizer que após a aprovação da despenalização em outros países, o número de abortos subiu a pique. Isto é apenas uma parte da verdade, porque realmente há um aumento do número de abortos mas porque nunca se tem o total conhecimento do verdadeiro número de abortos clandestinos feitos diariamente. Após este grande aumento, o que acontece é a estabilização dos números de abortos realizados, e esta sim é a verdade completa.
Relativamente à campanha acho que estão a ser tomadas acções dispensáveis e que os portugueses estão a ser induzidos em erro. Às dez semanas o coração ainda não bate, é apenas um músculo (tal como todos sabemos). Às dez semanas, o sistema nervoso central ainda não está formado. Choca-me o facto de as pessoas desatarem a dar a sua opinião sem estarem minimamente informadas (e isto dos dois lados). Para se votar em consciência devemos informar-nos e esclarecer todas as nossas dúvidas. Essa é a minha definição de campanha, no entanto opta-se por imagens chocantes, sem quaisquer esclarecimentos, tudo com o lema, “por um voto se ganha, por um voto se perde”. A campanha serve para informar e não para arranjar votos. Os portugueses devem votar em consciência e não porque viram imagens que os chocaram.
Por fim, resta-me apelar que no dia 11, votem Sim, ou votem Não, mas votem. Tal como todos sabemos, votar é um direito e um dever cívico e a vinculatividade deste referendo é bastante importante para, de uma vez por todas, se encerrar a questão do aborto em Portugal.
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Rita Paias
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12:55 p.m.
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terça-feira, fevereiro 06, 2007
Consequência do estudo de administrativo
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Rita Paias
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11:25 p.m.
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Deambulando pelas ruas de Lisboa
A noite está mais escura e silenciosa que o habitual. Será assim mesmo? Ou será apenas a forma como me sinto?
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Rita Paias
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11:21 p.m.
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quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Não vivo,sobrevivo
Não vivo, sobrevivo… a mim, a ti, à tua ausência, à tua presença, enfim…a tudo o que me fazes sentir. Porque não me deixas esquecer-te? Porque não me deixas seguir o meu caminho? Porque não consigo acordar e ver que tudo não passou de um mundo de fantasia onde tu e eu éramos realmente felizes? Porque? Porque? Porque? Esta é a palavra que toma conta dos meus pensamentos nestes últimos tempos. Palavra estúpida que domina esta enorme crise existencial, que me faz sentir à beira de um abismo de desespero, saudade e incerteza.
Desespero por ti, por um momento em que o tempo pare, o mundo deixe de girar e nele estejamos os dois, rodeados por um infinito céu de amor e paixão.
Vou deixar de sonhar….vou sair…talvez o silêncio da noite me abrace e me segrede um fim para esta negra e absurda existência.
Adeus…
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Rita Paias
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7:01 p.m.
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quinta-feira, janeiro 25, 2007
Pedro Abrunhosa - Beijo
não posso deixar que te leve
o castigo da ausência,
vou ficar a esperar e vais ver-me lutar
para que esse mar não nos vença.
não posso pensar que esta noite
adormeço sozinho,
vou ficar a escrever,
e talvez vá vencer
o teu longo caminho
quero que saibas
que sem ti não há lua,
nem as árvores crescem,
ou as mãos amanhecem
entre as sombras da rua.
leva os meus braços,
esconde-te em mim,
que a dor do silêncio
contigo eu venço
num beijo assim.
não posso deixar de sentir-te
na memória das mãos,
vou ficar a despir-te,
e talvez ouça rir-te
nas paredes, no chão.
não posso mentir que as lágrimas
são saudades do beijo,
vou ficar mais despido
que um corpo vencido,
perdido em desejo.
quero que saibas
que sem ti não há lua,
nem as árvores crescem,
ou as mãos amanhecem
entre as sombras da rua.
leva os meus braços,
esconde-te em mim,
que a dor do silêncio
contigo eu venço
num beijo assim.
Publicada por
Rita Paias
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12:02 p.m.
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