terça-feira, agosto 28, 2007

momentos hi5

O comentário à foto de her aparecerá depois de she o ter aceite.

Sem comentários lol

domingo, agosto 26, 2007

Rock agrícola

Parece que agora foi criada uma banda de "rock agrícola". Será que se inpiraram nestes nossos amigos? :p

sábado, agosto 25, 2007

hmmmm...

Dia 7 de Março, dia da Gala da RTP, à noite frente ao Coliseu...Isto lembra-vos alguma coisa? :p

Quem acertar ganha um prémio...

quinta-feira, agosto 23, 2007

Liberdade? Onde?

Liberdade de pensamento, liberdade de expressão?

ONDE?

Pode ser que o fim, ou melhor, a mudança esteja mais próxima do que se pensa!!!

sábado, agosto 11, 2007

20 anos e dias seguintes :)

Estes foram dias espectaculares desde o dia de anos, ao jantar simplesmente espectacular :D. Obrigada a todos























sexta-feira, agosto 10, 2007

Mais uma descoberta

sei da minha prisão que me agarra...
a liberdade já esqueci, ela me traiu
em tudo o que me envolvo
estás tu, minha dor, meu desfalecer

já não sou aquele que sorria
sou a mascara, o actor principal
neste palco com grades na arena do sofrimento
aonde jogo um papel sem letras

condenado da solidão, tudo é inutil...
sabor de amargura na agua que bebo
e o sol não me traz a luz, nem a lua me ilumina
pela sentença que me foi feita

e aqui me tenho preso, sem te têr
neste mundo aonde me restam tuas memorias
daquilo que me fizeste, daquilo que me deixaste
por ti, por ti e só por ti...

alexander ibis

Descoberta em tempo de férias

Tu, Meu Amor Impossível

"Sussurros imaginários
Que passeiam e deambulam
Pelos cantos vazios e escuros
Do meu quarto…
É o eco da tua voz
Que me mantém este sorriso louco
E feliz na face…
Vã e insólita
É a esperança de te ter finalmente
Em meus braços…
Até quando vai a ilusão
Deste amor impossível
Assombrar as minhas noites
E fazer-me evocar o teu nome
Com ansiedade?
Oh mente doentia, a minha!
Por mais que saiba
Que nunca te vou ter,
És tu, meu doce Anjo,
Quem, eternamente, eu vou querer…"

Karl Goth


Um Sopro Nostálgico

O silêncio…
O tempo passa e… Não existe…
Fica o silêncio… E a ausência…

A saudade…
Uma luz que se apaga… E permanece…
O medo de perder aquilo que… Nunca me pertenceu…

A mágoa…Ao anoitecer… O silêncio… A saudade…
Não te tenho…

Karl Goth

sábado, agosto 04, 2007

I wanna Runaway

Faz-me falta Lisboa :(

terça-feira, julho 31, 2007

Descoberta...

Sabiam que hoje é o dia mundial do orgasmo?

Eu tb não...lol

domingo, julho 29, 2007

Quando eu comecei a separar eu era assim

PEQUENO!!!

Desta vez...



A culpa é do Anticiclone

quarta-feira, julho 25, 2007

System of a Down-Chop Suey!

Há muito tempo que não os ouvia mas as letras não deixam de me tocar.

Se há dias de merda...hoje foi um deles...fracasso.

Felizmente a noite aproxima-se: paz

terça-feira, julho 24, 2007

Manham manham

Que preciosidade...lol

Para aqueles que já estão no terceiro ano, para aqueles que não estão mas que para lá caminham, enfim ara aqueles que andam neste penoso mundo dos exames e das orais aqui vai uma pequena recordação desta época que passou:

"Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar
Tolheste os ramos onde pousavam
Da Geada as pérolas as fontes secaram"
E para aqueles para quem o caminho está a ser mais difícil, não se esqueçam:
Por mais difíceis que as coisas estejam, nós é que vamos dar a volta a este curso, não vamos deixar que ele nos dê a volta a nós!

Lê-se

"Nestes extremos da solidão, enfim, ninguém podia esperar o auxílio do vizinho e cada um ficava só com a sua preocupação. Se um de entre nós, por acaso, tentava confessar-se ou dizer alguma coisa do seu sentimento, a resposta que recebia, qualquer que ela fosse, magoava-o a maior parte das vezes. Compreendia, então, que ele e o seu interlocutor não faavam da mesma coisa. Com efeito, ele exprimia-se do fundo de longos dias de meditação e de sofrimentos, e a imagem que queria comunicar recozera muito tempo ao fogo da expectativa e da paixão. O outro, pelo contrário, imaginava uma emoção convencional, a dor que se vende nos mercados, uma melancolia de série. Benévola ou hostil, a resposta caía sempre em falso, era preciso renunciar a ela. Ou, pelo menos para aqueles para quem o siêncio era insuportável, visto que os outros não podiam encontrar a verdadeira linguagem do coração, resignavam-se a adoptar a língua dos mercados e a falarem, eles também, de maneira convencional, a da simples narrativa e do fait-divers, de certo modo a da crónica quotidiana. Ainda nisso as dores mais verdadeiras tomaram o hábito de se traduzir nas formas banais da conversação. Só por este preço podiam os prisioneiros da peste obter a compaixão do seu porteiro ou o interesse dos seus auditores.
Entretanto, o que é mais importante, por mais dolorosas que fossem estas angústias, por mais pesado que estivesse este coração, se bem que vazio, pode dizer-se que estes exilados, no primeiro período da peste, foram privilegiados. Com efeito, no próprio momento em que a população começava a afligir-se, o seu pensamento estava inteiramente voltao para o ser que esperavam. Na desolação geral, o egoísmo do amor preservava-os, e, se pensavam na peste, não era nunca senão na medida em que ela trazia à sua separação o risco de se tornar eterna. Traziam assim ao próprio coração da epidemia uma distracção salutar, que se era tentado a tomar por sangue frio. O seu desespero salvava-os do pânico, havia qualquer coisa de bom na sua desgraça. Por exemplo, se acontecia que um deles fosse levado pela doença, era quase sempre sem que tivesse tido tempo para dar por isso. Arrancado a essa longa conversa interior que mantinha com uma sombra, era então atirado sem transição para o mais espesso silêncio da terra. Não tivera tempo para nada."

Albert Camus - A Peste

quinta-feira, julho 19, 2007

Nos últimos tempos...

O silêncio ensurdecedor corrói-me por dentro...

quarta-feira, julho 04, 2007

Pensamento

"Já tive medo do escuro.

Hoje, no escuro, me acho...me agacho...fico ali"

Sobre o RJIES

"Quanto ao conteúdo do diploma, a sua defesa foi assumida, na mesma reunião (reunião do grupo parlamentar socialista), por Manuel Maria Carrilho. O ex-ministro da cultura disse que a contestação à reforma se restringe aos reitores e que é bem aceite no mundo académico"

Sol

E agora pergunto eu, será que este senhor vive no mesmo país que nós? Ou foi apenas uma desculpa inventada à última hora?