QUE A UNIÃO CONTINUE.
FELIZ 2009 PARA TODOS VOCÊS :D
"caminhamos ainda. sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos, a fuga só é possivel para dentro dos fragmentados corpos e um dia...quem sabe? chegaremos." Al Berto
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Rita Paias
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2:28 p.m.
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Definitivamente uma das grandes estreias previstas para 2009. Certamente não perderei.
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Rita Paias
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6:34 p.m.
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Rita Paias
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9:25 p.m.
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Rita Paias
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9:14 p.m.
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A partir de hoje abro uma sondagem para eleger o Prémio "Perdoa-me".
A iniciativa parte da atribuição de vários prémios no Fim-de-Semana do Caloiro, dos quais se destacam:
- Prémio "És baixo" - Carlos Silva
- Prémio "Talk show" - Tatiana Nicolau e André Couto
- Prémio "Bruno Pereira" - Gerente da Pousada
- Prémio "A pousada tem infiltrações" - Bernardo Reis e Pedro Costa
- Prémio "Revelação" - Nuno Poças
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Rita Paias
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8:52 p.m.
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Acabo de sair de uma RGA, a qual tinha quatro pontos e durou apenas meia hora. Quórum, a direcção da Associação, a Tertúlia e, no máximo mais quinze pessoas. Confesso que nunca assisti a nada do género e esta situação me deixa bastante desiludida com os estudantes do actual ensino superior.
É impressionante ver a facilidade com que as pessoas aderem a festas e aos vários tipos de eventos culturais mas quando são chamadas a intervir pela sua Academia arranjam sempre qualquer coisa mais importante para fazer (no caso de hoje um jogo de futebol). Cada vez mais o típico estudante universitário só se preocupa quando é afectado ou vê "os calos apertados".
Contudo, para a crítica fácil e sem soluções já sabem estar presentes. Falam, criticam sem conhecer e quando lhes perguntamos se estiveram presentes nas RGA's em que determinados assuntos foram discutidos dizem sempre porque não puderam porque isto ou aquilo.
Longe vai o tempo em que todos os estudantes se preocupavam com a sua Academia. Actualmente há os "míticos 15" que sabem tudo o que se passa e que têm a obrigação de defender os estudantes. Então e os estudantes não têm a obrigação de se manter informados sobre o que se passa na sua Academia? Serei só eu que acho que ser estudante da FDL não é entrar, ir para as aulas e sair? Que muitas vezes é entrar na FDL às 08.30 da manhã e sair às tantas da noite sem ser para ir para festas. Que é manter-se informado, ir às RGA's. intervir e sugerir. Que é ir à luta sem ter medo de represálias dos professores e assistentes? Que é ajudar no desenvolvimento da sua Academia? Que é deixar de pensar em si e começar a pensar na Faculdade como uma globalidade?
Todas estas atitudes me levam a pensar que se no meio académico estes estudantes agem assim, o que farão na vida pós-universitária? Dedicar-se-ão apenas ao percurso casa-trabalho-trabalho-casa e zapping?
É tempo de mudar de atitude. Tempos difíceis se avizinham e torna-se imperativo que todos estejam informados e intervenham com convicções e sentido de comunidade e altruísmo!
É tempo de mudar e começar a despertar para o mundo que nos rodeia.
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Rita Paias
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9:40 p.m.
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A Concelhia da JS Évora criou um blogue com o objectivo de divulgar as suas iniciativas bem como as desenvolvidas pela Juventude Socialista.
Desde sempre se tem notado a falta de actividade da Concelhia em questão, no entanto, parece-me que os primeiros passos rumo à mudança começam a ser dados. Veremos o que este sangue novo nos traz.
Para já deixo aqui o endereço do blogue para quem queira visitar:
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Rita Paias
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9:01 p.m.
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Rita Paias
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8:37 p.m.
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Rita Paias
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11:53 a.m.
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Finanças Públicas
- Regente da cadeira: SÉRGIO VASQUES!!!
Isto realmente só a nós :p
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Rita Paias
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6:23 p.m.
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Esta semana li "AMetamorfose" de Franz Kafka. Confesso que no início fiquei desiludida porque pelos comentários que sempre tenho ouvido do livro estava à espera de mais. No entanto, com o desenrolar da história, fui percebendo o seu sentido e cai numa reflexão sobre qual o sifgnificado daquela "metarmofose".
Da reflexão tirei algumas conclusões que podem não ter nada a ver com o sentido dado pelo autor quando escreveu o livro mas foi o sentido que descobri naquilo que li.
Penso que a metamorfose poderá estar relacionada com a morte e com todo o processo de esquecimento de alguém que desaparece para sempre. Senão vejamos:
O principal personagem acorda transformado num bicho que causa a maior das repugnâncias aos seus entes mais próximos (os pais e a irmã). Durante algum tempo a irmã preocupa-se em alimentá-lo, em cuidar-lhe do quarto, fazendo esforços para que não se esqueçam dele. Passados uns tempos, a irmã começa a desinteressar-se de todos estes cuidados e os pais pouco ou nada falam dele. Aos poucos o quarto começa a ser "desocupado" e repleto de coisas que ~já não fazem falta. Por fim, chega o dia em que a familia resolve ver-se livre do bicho em que o personagem se transformou e a harmonia volta a reinar na família.
Transpondo agora para a morte...
Quando alguém próximo morre fazemos todos os esforços para mantermos tudo tal e qual como está...o quarto, as fotografias, as recordaçõoes...A pouco e pouco começamos a encontrar outros interesses, a descurarmos aquela memória que tivemos tanto trabalho em manter. As conversas em torno da pessoa começam a escassear até desaparecerem e tudo volta à normalidade como se aquela pessoa nunca tivesse existido restando apenas uma vaga lembrança uma ou duas vezes por ano.
Tal como disse, este pode não ser o sentido que o autor pretendia mas fez-me pensar nisto.
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Rita Paias
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2:42 p.m.
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Parece incrível.
Eu, a quilómetros de distância a pensar que te ia dar mais uma alegria e tu pregas-me uma partida destas.
Nem parece teu.
Chego a casa, contente com a minha conquista e apercebo-me que algo não está bem.
Já desconfiava, mas não podia ser. És a pessoa mais forte que eu conheço!
Não me ias fazer uma coisa destas.
E não é que fizeste mesmo?
O que te aconteceu, tornou-te um bocadinho menos forte, só isso.
Umas vezes reconheces-nos, outras não. É normal, só isso.
Umas vezes estás connosco, outras com pessoas do passado. É natural, só isso.
Tu aí a lutares contra o desconhecido e eu a querer viver nele.
Acho que, sem querer, me deste mais uma lição de vida.
Apesar de tudo, não vou deixar que desistas.
Mesmo que não te lembres quem sou, eu nunca esquecerei o que és para mim.
Mesmo que insistas em viver no passado, eu voltarei a recordar-te o presente.
Faço questão de estender-te a minha capa.
É a maior honra que posso dar a quem já me deu tanto.
Depois, colocar-te-ei a capa sobre os ombros.
Sempre nos protegestes. Está na altura de nos deixares fazer o mesmo a ti.
Por fim, vou pegar-te na mão, dar-te um abraço apertado e dizer-te baixinho ao ouvido: Adoro-te.
Só isso.
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Rita Paias
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11:10 a.m.
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Rita Paias
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5:46 p.m.
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A calma da aldeia, a pacatez, o silêncio, o céu estrelado...
Confesso que estava a precisar.
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Rita Paias
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5:39 p.m.
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Eu quero alguém que me leve a ver as estrelas!!!! :p
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Rita Paias
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5:40 p.m.
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Comentário de uma das habitantes a uma notícia que levantava a possibilidade de Maddie estar morta:
"Claro que a Maddie está morta
...
Nem que seja de saudades da mãe!"
Palavras para quê :p
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Rita Paias
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10:40 a.m.
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Rita Paias
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9:27 p.m.
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